Notícia

Rio marca presença no seminário nacional da UGT pelo Dia do Trabalhador


Com uma comitiva de 132 lideranças, a UGT do Rio de Janeiro (UGT-RJ) participou efetivamente do encontro apresentando propostas e questionamentos aos palestrantes.


Com Rolando Boldrim, músico, ator e apresentador de televisão, contando histórias do Brasil em forma de cordel e repente, recitando Catullo da Paixão Cearense. Assim foi a abertura do seminário “Trabalhadores e trabalhadoras em tempos de crise: construindo alternativas” realizado pela União Geral dos Trabalhadores (UGT), em São Paulo, nos últimos dias 25 e 26 de abril.


O evento abriu as comemorações do 1º de Maio – Dia do Trabalhador e contou, ainda, na cerimônia de abertura, com a presença da senadora Marta Suplicy.


Em seu discurso, o presidente nacional da UGT, Ricardo Patah afirmou que “a UGT é uma central que valoriza o chão da fábrica, o chão do Brasil”, destacando, ainda, a característica da UGT de valorizar o emprego, o trabalhador, a trabalhadora, a inclusão social. Sobre a questão política, Patah destacou que “o momento é grave, mas juntos faremos o máximo para não permitir mais perdas”.


Com uma comitiva de 132 lideranças, a UGT do Rio de Janeiro (UGT-RJ) participou efetivamente do encontro com representantes de trabalhadores de categorias como domésticas, asseio e conservação, turismo, servidores públicos, mercado de capitais, filantrópicas, metalúrgicos e secretárias, entre outras.


O trabalho decente, uma das bandeiras de luta da UGT, também foi abordado no seminário. Presidente da UGT do Rio e do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada (Sitraicp), Nilson Duarte Costa falou sobre os excessivos gastos com as obras realizadas no estado para as Olimpíadas que, em alguns casos, chegam ao final com custos superiores a 70% do previsto. Nilson destacou, ainda, os acidentes nas obras e, principalmente, as frequentes demissões.


“Hoje, temos 3.800 trabalhadores demitidos dos canteiros de obras. A previsão é que ao final das Olimpíadas tenhamos de 10mil a 12 mil demissões”, enfatizou ele.


Contribuições dos ugetistas do Rio


O presidente Nilson Duarte Costa também chamou a atenção da plenária para o necessário respeito às diferentes visões e entendimentos acerca do atual momento político e econômico. “A UGT é uma central com diversos pensamentos que devem ser respeitados, assim como as pessoas”.


Ao dirigir-se aos palestrantes, o presidente fez questionamentos ao procurador João Carlos Teixeira (membro da Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical - Conalis) acerca das divergências entre as leis que regulamentam a Contribuição Assistencial: o Procedimento Normativo 119 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Artigo 513 da Constituição Federal, por exemplo.


“O Artigo 513 da CLT diz que todos os trabalhadores devem contribuir. Já o


PN 119 obriga os sindicatos a recolherem apenas dos associados que autorizam o desconto. O que prevalece? A súmula tem esse poder?, questionou o presidente, sinalizando a imposição, por parte dos governos, na cobrança de impostos como o INSS, o IPI, o ISS. “Como os sindicatos vão sobreviver?”, completou.


Outras abordagens


A participação ativa dos ugetistas do Rio também foi destaque no encontro. A seguir, algumas das propostas, sugestões e/ou questionamentos apresentados.


Criação de um documento único focando o respeito aos trabalhadores, considerando seu preparo para discutir as questões de seu interesse;


As questões trabalhistas que envolvem os terceirizados e os voluntários;


As demandas dos trabalhadores do teleatendimento;


A necessidade de um olhar para as associações de moradores localizadas no interior do estado;


Necessidade de maior discussão sobre os direitos dos servidores públicos e não apenas dos trabalhadores regidos pela CLT, pensionistas e terceirizados; entre outras.



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09/05/2016

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