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Seminário da UGT destaca a crise econômica e aponta caminhos para o desenvolvimento




A declaração de apoio à greve geral desta sexta-feira, 28, em protesto ao projeto de desmonte da legislação trabalhista e da Previdência Social, imposto pelo governo federal em nome do ajuste da economia. Esta foi a mensagem que prevaleceu durante toda a programação do IV Seminário 1º de Maio, promovido pela União Geral dos Trabalhadores (UGT), em São Paulo, nos dias 24 e 25 últimos.


O evento teve como objetivo celebrar os dez anos de fundação da UGT, debater os desafios para superar a crise política e econômica do Brasil e, ao mesmo tempo, promover uma ampla reflexão sobre o real significado da data.


Palestrantes renomados com atuação nos campos econômico, sindical e político discutiram e apontaram, nos dois dias de seminário, alguns caminhos para a superação da crise e a retomada do crescimento. Da mesma forma, para a reinserção do Brasil na economia global e os pontos centrais de uma autorreforma sindical.


De acordo com o presidente nacional da UGT, Ricardo Patah, o país está vivendo um momento em que milhões de pessoas estão desempregadas, muitas delas, afirma ele, sem ter o pão para colocar em suas mesas. “Uma situação muito adversa, pois vivemos um momento de desesperança. Do ponto de vista do direito do trabalho, do direito do trabalhador e da estrutura sindical, nem na Ditadura tivemos um momento tão grave como o que estamos vivendo. Não podemos deixar de enfrentar aqueles que querem nos destruir”, afirmou ele.


Participação dos ugetistas do Rio


Com uma delegação de 60 trabalhadores dos mais diversos setores e lideranças sindicais, a estadual Rio de Janeiro da UGT marcou expressiva presença. Para a grande maioria dos trabalhadores, o encontro representou uma oportunidade de aprendizado, de maior entendimento acerca de questões que hoje permeiam as principais discussões, no Movimento Sindical, sobre o atual momento político e econômico brasileiro.


Para Sérgio Antônio do Carmo (Serjão), membro da Executiva Estadual da UGT-RJ, “a direção nacional da UGT está de parabéns pela iniciativa, pela coragem e ousadia de convidar palestrantes tão lustres, de altíssimo nível, para discutir o momento sindical atual, mesmo neste momento tão crítico para sindicatos, federações, confederações e até mesmo centrais sindicais”.


“Os temas”, continua o diretor, “foram maravilhosos e a delegação do Rio está de parabéns pela presença e atenção, tirando o máximo de aproveitamento das discussões. Foi realmente um momento de aprendizado”.


Cerca de 900 pessoas participaram do encontro que prestou homenagens, ainda, à lideranças que, ao longo de 10 anos de atuação ugetista, contribuíram para seu crescimento, entre eles o ex-presidente da UGT do Rio de Janeiro, Jorge Montanha.


O seminário foi encerrado com a participação do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, que afirmou que os direitos contidos na CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) não serão revogados. “Direitos não se revogam, se aprimoram”, concluiu ele.


27/04/2017

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