Notícia

Gleisi Hoffmann diz que reforma da CLT não gera empregos e retira direitos


Em pronunciamento na sessão temática sobre o PLC 38/2017, nesta terça-feira (16), a parlamentar afirmou que o desemprego não é fruto do exercício dos direitos dos trabalhadores, e sim da crise da economia.


Gleisi Hoffmann citou México, Espanha, Grécia e Itália como países que não conseguiram melhorar a economia com a flexibilização dos direitos trabalhistas. No Brasil, acrescentou, no governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso, na década de 1990, houve cinco medidas de flexibilização, “sem gerar emprego”.


– Nós terminamos o governo de Fernando Henrique, em 2002, com 15% de desemprego no Brasil e com 11% de corrosão na renda salarial - afirmou.


A senadora também considerou "uma falácia” a afirmação de que a reforma não retira direitos. Ela citou como exemplos de direitos ameaçados o fim do pagamento pelas horas de deslocamento da residência do empregado para o local de trabalho e vice-versa, e a possibilidade de rescisão por acordo com metade do aviso prévio e da multa do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).


– Como não retira direitos? O empregado passa a ser responsável pela higienização do uniforme, as horas extras se tornam raras porque há a flexibilização da jornada, cria-se obstáculos para a equiparação salarial e dificulta-se o acesso do trabalhador à Justiça - disse a senadora.


Fonte: Agência Senado


16/05/2017

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