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Plenária ugetista discute os caminhos das entidades do estado


A União Geral dos Trabalhadores do Rio de Janeiro (UGT-RJ) realizou, nesta quinta-feira, 18, mais uma plenária com representantes de entidades sindicais filiadas. Em pauta, a situação da central sindical, e do movimento sindical como um todo, diante do atual momento político. Mais precisamente, sobre os reflexos da reforma trabalhista no dia a dia dos trabalhadores e seus representantes legais.


Presidente da central fluminense, Nilson Duarte Costa falou sobre as medidas que estão sendo adotadas para a redução de custos na nacional ugetista, bem como na estadual Rio de Janeiro. Diretores ugetistas, entre eles, os presidentes do Sindicato do Turismo, Maria Rosalina Gonçalves; e do Sindicato dos Securitários, Adolfo Lima, expuseram seus pontos de vista acerca do atual momento, pregando, acima de tudo, a união e a importância de todos se manterem conscientes e firmes no propósito para os quais foram eleitos pelos trabalhadores.


Presidente do Sindicato do Asseio e Conservação de Niterói (Sintacluns), Romério Duarte destacou a necessária conscientização e mobilização das lideranças para o fortalecimento político do movimento sindical com a aproximação das eleições de 2018. No que foi apoiado pela maioria. “Precisamos fortalecer candidaturas estaduais”, disse ele, revelando as estratégias adotadas em Niterói com esse fim.


O imposto sindical não acabou


O encontro teve a participação de integrantes do Jurídico da UGT que foram taxativos ao afirmar que "o imposto sindical não acabou, apenas sofreu alterações". Na opinião do advogado Julio Cesar Toledo Meireles, a reforma trabalhista teve como principal objetivo acabar com os sindicatos.


Dr. Julio ratificou o pensamento do diretor da área trabalhista da UGT-RJ, Manoel Martins Meirelles, de que nem a Ditadura tentou acabar com o imposto sindical, como o faz agora a Democracia.


Segundo ainda o jurista, a Lei da Reforma Trabalhista é inconstitucional no tocante a alteração de dois artigos da CLT que tratam da contribuição sindical. Recentemente, a Justiça do Trabalho de Santa Catarina proferiu decisões onde prevaleceu o entendimento da manutenção da obrigatoriedade da contribuição sindical.


A questão é que Judiciário e Legislativo ainda discutem a manutenção ou não do imposto. O advogado afirma que a volta da obrigatoriedade vai gerar um passivo para as empresas com juros e multas.


As guias de 2018


Por isso, garante ele, as entidades devem, por precaução, emitir as guias de contribuição sindical de 2018 para as empresas, atentando, ainda, para a importância de se realizar assembleias específicas para que os trabalhadores autorizem o recolhimento da mesma.


Vice-presidente do Sindicato dos Empregados em Instituições Filantrópicas e diretora de Organizações e Políticas Sindicais da UGT-RJ, Clátia Regina Viera propôs maior abertura para a participação feminina no processo de fortalecimento das ações do Movimento Sindical, sugerindo, ainda, maior proximidade com as bases e com a população em geral através das manifestações de rua.


Fonte: Comunicação UGT-RJ


Data: 19/01/2018

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