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Qualidade de vida do trabalhador brasileiro fecha 2017 em 6,5 pontos


A redução da taxa de desemprego no último trimestre de 2017 e o aumento do PIB contribuíram ativamente para a construção de um cenário mais otimista no país. Mas, além de contribuir com o progresso econômico, este cenário positivo também contagia o ambiente interno das organizações e aumenta a qualidade de vida nos espaços de trabalho ao reduzir a rotatividade dos colaboradores, melhorar o clima organizacional e impulsionar a produtividade da equipe.


Pesquisa realizada por uma importante universidade apontou que as companhias que investem no tema conseguem construir um ciclo virtuoso de satisfação envolvendo funcionários, clientes e o desempenho financeiro da organização. Para que empresas e trabalhadores possam compreender o tema da qualidade de vida e atuar para seu aperfeiçoamento, a Sodexo Benefícios e Incentivos criou o Índice Sodexo de Qualidade de Vida no Trabalho (IQVT), uma ferramenta gratuita que mede a percepção dos brasileiros em relação à qualidade de vida no trabalho através de um teste online, que avalia diversos aspectos do colaborador em seu ambiente profissional.


Após um ano e mais de 9.600 respostas dos trabalhadores em todo o país, o resultado acumulado do indicador em 2017 foi de 6,5 pontos (em uma escala de 0 a 10). O levantamento também constatou que a avaliação sobre a qualidade de vida no trabalho é maior entre homens do que entre mulheres (6,55 pontos contra 6,45 pontos), e revelou que as interações sociais com colegas de trabalho e a eficiência tecnológica disponível na organização para o desempenho das atividades cotidianas são os fatores que mais influenciam na percepção geral do público. Os itens com notas de satisfação mais baixas são as questões relacionadas a Reconhecimento (5,87) e Crescimento Pessoal (6,15).


A área de atuação com maior índice de satisfação percebida é a de Produção (6,65), e a de menor índice é a área de Sistemas e Tecnologia da Informação (TI), com apenas 6,07 na escala que vai de 0 a 10. Quando consideramos o grau de instrução dos entrevistados, os funcionários com ensino fundamental completo apresentam o maior índice (7,31) e os que possuem ensino médio completo, o menor (6,45). A região do país com o maior índice é a Nordeste (6,71), e a de menor, a Sudeste (6,38).


Fonte: Monitor Mercantil


Data: 15/02/2018

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