Notícia

Ugetistas do Rio discutem a intervenção militar no estado


O Rio de Janeiro vivencia hoje uma intervenção política e não militar. Esta foi a constatação do profissional de segurança pública convidado pela União Geral dos Trabalhadores do Rio de Janeiro (UGT-RJ) para a plenária desta quinta-feira, 22, na sede da Central, no Centro do Rio.


Sob o tema “A intervenção e seus efeitos”, a reunião com as lideranças ugetistas, de acordo com o presidente Nilson Duarte Costa, teve como objetivo promover o debate acerca do atual momento político brasileiro, particularmente, sobre a intervenção Estado, considerando, ainda, ser este 2018 um ano eleitoral.


Com um discurso otimista, Nilson criticou a crescente onda de violência, afirmando, no entanto, que a educação é um dos caminhos a serem seguidos para melhorar o atual cenário brasileiro. Da mesma forma, maior conscientização política para a escolha de candidatos comprometidos, de fato, com os interesses do povo, da grande massa trabalhadora.


“Eu acredito na mudança! Por isso, a UGT sempre investiu na educação, na formação e qualificação dos trabalhadores e seus familiares”, afirmou ele, referindo-se aos cursos de inclusão digital, oratória e formação política e sindical.


Intervenção política em ano eleitoral


Palestrante convidado, Wilson Camilo, presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Rio (Sindapen), compartilhou com o presidente Nilson a ideia de que não se faz transformações sem educação. Para ele, um país que não investe em educação, consequentemente irá investir na construção de presídios.


Camilo fez duras críticas à proposta intervenção na segurança pública. Na sua opinião, uma intervenção não se faz em um único estado, mas no país. “Vivemos uma intervenção política imposta pelo governo federal. Na verdade, em ano eleitoral, um aparato político não vai afetar em nada a política de segurança pública”, garantiu, acrescentando, ainda, que numa situação de intervenção militar de fato o primeiro a ser afastado seria o governador.


Os motivos da intervenção


“A intervenção política tem dois motivos: a reeleição do presidente Temer e a suspensão da votação da PEC da reforma da Previdência que, certamente, voltará a ser discutida após as eleições”, concluiu ele, lembrando, inclusive, que a intervenção poderá suspensa antes de dezembro, conforme previsto pelo próprio presidente da República.


Um tema polêmico e, por isso, propenso a opiniões diversas, a política de segurança na opinião dos participantes tem se mostrado pouco eficaz, dada a crescente estatística de mortes de policiais, cidadãos e crianças neste primeiro trimestre de 2018.


Ugetistas pensam que urge a necessidade de uma intervenção social no estado, garantindo, além da educação, melhores condições de vida, saúde, emprego, enfim, a plena garantia de direitos de todo o cidadão brasileiro cumpridor de seus deveres.


Data: 23/03/2018

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