Notícia

Desigualdade no Brasil segue entre as maiores do mundo


Redução apenas no Sudeste, mas porque os mais ricos perderam renda


O país fechou o ano passado com o índice de Gini, principal medida da desigualdade de renda, estável. O indicador do rendimento médio mensal real efetivamente recebido de todos os trabalhos foi de 0,525 em 2016 para 0,524 em 2017 – quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade.


Os dados são da pesquisa Rendimento de Todas as Fontes de Renda 2017, divulgada pelo IBGE, com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua). A Região Sudeste foi a única a reduzir o indicador. As demais regiões apresentaram indicadores maiores que no ano anterior.


“É bom lembrar que, apesar do quadro não ter se alterado muito, o Brasil está entre os países com maior desigualdade no mundo. Somos talvez o segundo na América Latina. Se olharmos para o ranking mundial, ele é bem mais elevado, e talvez sejamos um dos últimos colocados”, disse o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo, do IBGE.


A redução no índice de Gini no Sudeste, de acordo com o coordenador, não se deu pelo avanço da população de menor renda. “Não foi ela que subiu um degrau, mas foi quem estava em cima que desceu um degrau, e não é essa a melhor forma de se reduzir a desigualdade. O ideal é que se reduza desigualdade com todo mundo avançando”, afirmou.


Em 2017, o 1% mais rico do país ganhou 36,1 vezes mais do que os 50% mais pobres. O grupo do topo da pirâmide teve rendimento médio mensal de R$ 27.213, o que é 36,1 vezes mais do que receberam os mais pobres – cujo renda mensal foi de R$ 754. Em 2016, o grupo mais rico ganhava 36,3 vezes mais do que a média do rendimento de metade mais pobre.


Fonte: Monitor Mercantil


Data: 12/04/2018

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